Houve um falecimento recente
Entenda os primeiros passos, os documentos iniciais e a forma adequada de começar o inventário.
Direito sucessório
Orientação jurídica para organizar o inventário, a partilha e as decisões patrimoniais da família, com clareza em cada etapa.

Organização jurídica e familiar
Uma sucessão envolve pessoas, documentos, bens e decisões tomadas em um momento delicado. Por isso, o primeiro passo é organizar as informações e identificar o que precisa de atenção.
O atendimento considera os herdeiros, a situação dos bens, a existência de testamento, as dívidas e o objetivo da família — seja iniciar um inventário ou planejar a sucessão em vida.
Organizar a sucessão não é antecipar conflitos. É dar clareza para que a família saiba como agir quando for necessário.
Conversar sobre a situação da famíliaIdentifique o momento
A análise inicial parte do cenário atual e do que precisa ser resolvido primeiro.
Entenda os primeiros passos, os documentos iniciais e a forma adequada de começar o inventário.
Regularize bens, direitos e documentos que permanecem em nome da pessoa falecida.
Verifique o procedimento mais adequado para formalizar uma partilha consensual.
Organize as informações e avalie os caminhos possíveis para conduzir o conflito.
Planeje decisões patrimoniais com atenção aos direitos da família e aos efeitos futuros.
Registre vontades de forma juridicamente válida e compatível com a realidade patrimonial.
Atuação em Direito Sucessório
Organização dos bens, herdeiros, documentos, obrigações e da proposta de divisão do patrimônio.
Análise de decisões em vida para registrar vontades e preparar a futura transmissão dos bens.
Direcionamento de divergências sobre administração, uso, divisão e regularização do patrimônio familiar.
Inventário e partilha
O procedimento identifica os herdeiros, os bens, os direitos e as obrigações da pessoa falecida para formalizar a partilha.
Antes de escolher uma via, é preciso compreender a composição da família, o regime de bens, a existência de testamento e a situação documental do patrimônio.
Identificação dos familiares, documentos disponíveis, bens conhecidos e pendências relevantes.
Avaliação das condições do caso para orientar o caminho judicial ou extrajudicial.
Condução das etapas necessárias até a formalização e os registros posteriores.
Definição do procedimento
Quando a situação atende aos requisitos aplicáveis, a partilha pode ser formalizada por escritura pública, sempre com assistência de advogado.
Verificar possibilidade em cartórioÉ avaliado quando existem divergências, questões documentais complexas ou necessidade de intervenção do Judiciário.
Direcionar inventário judicialOrganização em vida
O planejamento sucessório permite avaliar como o patrimônio poderá ser administrado e transmitido no futuro, respeitando os direitos de cada pessoa envolvida.
O ponto de partida não é escolher um instrumento. É compreender a família, o patrimônio e os objetivos de quem está planejando.
Registro de vontades com atenção aos limites legais e à realidade dos herdeiros.
Análise dos efeitos patrimoniais e sucessórios de transferências realizadas em vida.
Preparação de documentos e decisões para reduzir incertezas futuras.
Conflitos entre herdeiros
Diferenças sobre uso de imóveis, administração de bens, valores, doações ou partilha exigem análise documental e uma definição clara dos caminhos possíveis.
Explicar um conflito sucessórioComposição do patrimônio
Imóveis, empresas, contas, investimentos, veículos, propriedades rurais, bens digitais e ativos no exterior podem demandar documentos e providências diferentes.
O atendimento começa pela identificação do patrimônio e do que precisa ser regularizado para avançar com segurança.
Preparação do atendimento
Não é necessário ter todos os documentos no primeiro contato. A análise também identifica o que ainda precisa ser localizado ou regularizado.
Quando possível, tenha informações sobre o falecimento ou o planejamento, familiares envolvidos, bens conhecidos, testamento, documentos e eventuais prazos.
Identificação do momento atual, das pessoas envolvidas e de possíveis urgências.
Levantamento dos documentos, bens, dívidas, testamento e demais elementos relevantes.
Apresentação das medidas possíveis, das etapas e do escopo de atuação.
RJF Assessoria e Consultoria Jurídica
Renato José Ferreira é advogado inscrito na OAB/SP sob o nº 250.534, com atuação profissional desde 2006.
O atendimento é conduzido a partir dos fatos, dos documentos e da realidade das pessoas envolvidas, para que a família compreenda os caminhos que podem ser avaliados.
Perguntas frequentes
É o procedimento que identifica os herdeiros, os bens, os direitos e as dívidas da pessoa falecida para formalizar a partilha do patrimônio.
O Código de Processo Civil prevê a instauração do inventário em até dois meses da abertura da sucessão. Mesmo quando esse prazo já passou, a regularização pode ser avaliada.
Pode, quando o caso atende aos requisitos aplicáveis. É necessário analisar os interessados, os documentos, os bens e as demais circunstâncias da sucessão.
Sim. Os interessados devem estar assistidos por advogado ou defensor público na escritura de inventário e partilha.
Sim. O atraso pode tornar a organização de documentos e bens mais complexa, mas a regularização ainda pode ser conduzida.
O consenso é importante para a via extrajudicial comum. Quando existem divergências, pode ser necessário avaliar a condução judicial ou uma negociação prévia.
Dependendo da situação, pode ser possível realizar uma sobrepartilha para incluir o bem descoberto ou regularizado depois.
A liberdade de disposição pode ser limitada quando existem herdeiros necessários. O testamento deve respeitar a parcela protegida por lei.
Não necessariamente. Podem existir outros bens a inventariar, e a doação precisa ser analisada dentro da realidade patrimonial e familiar.
A resposta depende do uso do imóvel, da administração do espólio e das despesas envolvidas. Os pagamentos devem ser documentados para análise.
A utilização exclusiva deve ser analisada conforme a situação do bem, a concordância dos demais interessados e o período de ocupação.
A ausência ou recusa não elimina a necessidade de regularizar o patrimônio. Podem ser avaliadas tentativas de comunicação, negociação e medidas judiciais.
No inventário judicial, há nomeação de inventariante para representar e administrar o espólio dentro dos limites legais e das determinações judiciais.
A possibilidade depende do procedimento, da necessidade da venda, da concordância dos interessados e das autorizações aplicáveis.
O planejamento pode ser considerado quando existe patrimônio, dependentes, empresas, imóveis ou decisões familiares que precisam de organização.
Próximo passo
Informe se já ocorreu um falecimento ou se o objetivo é realizar um planejamento em vida.
O contato inicial não representa contratação automática, conclusão antecipada sobre a partilha ou garantia de resultado.